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Destaques

  • De 10 a 15 de abril deste ano, ocorreu em Melbourne, na Austrália, a 17ª edição da International Bryozoology Association Conference (Conferência da Associação Internacional de Briozoologia), um congresso que, a cada três anos, reúne pesquisadores de várias partes do mundo para apresentar e discutir seus trabalhos sobre briozoários – seres marinhos que formam colônias normalmente muito pequenas, mas que também podem ser grandes, a ponto de serem confundidas com algas ou corais.

  •   As cerca de 90 espécies do gênero Bugula representam alguns dos briozoários mais conhecidos pela ciência e público em geral, sendo encontradas no mundo inteiro. Grande parte da familiaridade do público com estes animais se deve ao complexo de espécies Bugula neritina, formado por três linhagens morfologicamente muito semelhantes e quase indistinguíveis, mas que podem ser detectadas geneticamente. O que tornou esta espécie tão conhecida é que uma das linhagens abriga bactérias que produzem uma classe de substâncias que têm potencial anticancerígeno e para tratamento da doença de Alzheimer. Pesquisadores ligados ao CEBIMar investigaram a validade das características morfológicas usadas para definir o gênero Bugula, em um estudo publicado na revista Zoologica Scripta em fevereiro de 2015. Após as análises evolutivas, eles puderam determinar que o gênero, tal como proposto originalmente em 1815, englobava quatro gêneros: Bugula sensu stricto, Bugulina, Crisularia e um gênero novo, que eles denominaram de Virididentula.

  • A fotografia, intitulada "O Verme Marinho Chaetopterus variopedatus", é de Anderson Garbuglio de Oliveira, da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), campus de São José dos Campos, e de Alvaro E. Migotto. Ela foi feita no Centro de Biologia Marinha da Universidade de São Paulo (CEBIMar/USP), no âmbito do projeto "Bioluminescência do Anelídeo Marinho Chaetopterus variopedatus: estudo mecanístico e aplicações biotecnológicas", coordenado por Anderson, apoiado pelo CEBIMar e financiando pela FAPESP. A imagem conquistou o primeiro lugar na quarta edição do Prêmio de Fotografia - Ciência & Arte, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).   Foto: Anderson Garbuglio de Oliveira e Alvaro E. Migotto

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