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Corais em crise: calor, poluição e um futuro incerto - A história dos corais: da origem aos grandes recifes
Corais em crise - Parte ¼
Os recifes de coral estão entre os
ecossistemas que abrigam a maior riqueza de espécies. Estimativas indicam que
cerca de um terço de toda a diversidade marinha encontra-se, ao menos em um
estágio de vida, nesses ecossistemas, e que os corais-verdadeiros (ordem
Scleractinia) são os principais protagonistas dos recifes.
Comecei este texto com essa frase porque, com certeza, ela já foi usada por todo estudante que alguma vez escreveu sobre corais. Costumamos sempre associar a importância dos corais ao ecossistema, sendo eles os principais “engenheiros”, mas vale ressaltar que nem todo coral é construtor de recifes. E, nem por isso, eles são menos importantes
Chega ao fim a série "Brasil Debaixo d’Água – 30 Segundos por Dia
Com 80 episódios publicados, a série, produzida por pesquisadores do CEBIMar, revela um pouco da riquíssima diversidade da vida marinha na costa brasileira.
A primeira temporada da série "Brasil Debaixo d’Água –
30 Segundos por Dia" está completa! Com 80 episódios já disponíveis em
nosso canal do YouTube e no nosso Instagram,
o projeto reúne um acervo audiovisual riquíssimo sobre a biodiversidade
brasileira.
Inscrições abertas para visitação pública em Julho de 2026!
As visitas monitoradas ao CEBIMar/USP são gratuitas e destinadas a todas as idades. Apresentamos a biodiversidade regional e a importância da pesquisa científica e de áreas protegidas para a conservação da vida marinha.
Espécies únicas de coral-de-fogo do Brasil enfrentam risco crescente de extinção
Ondas de calor marinhas, poluição e degradação ambiental aceleram o declínio de espécies endêmicas e levam cientistas a discutir estratégias de conservação em ambientes artificiais. (Fonte: Revista pesquisa FAPESP 18/06/2026)
Comparative Embryology of Marine Invertebrates (CEMI)

Como um "déjà-vu" debaixo d’água levou ao primeiro mapa global dos primos dos corais
Parentes dos corais, os zoantídeos compartilham semelhanças com populações distantes que desafiam explicações evolutivas simples. (Fonte: Jornal da USP - 28/05/2026).
Peixes de recifes profundos mostram maior variedade de funções ecológicas
De acordo com a bióloga e autora da pesquisa, Julia Marx, do Centro de Biologia Marinha (Cebimar) da USP, papéis ecológicos correspondem às funções essenciais dos peixes para a manutenção e funcionamento dos ecossistemas aquáticos, como se alimentar de algas, fazer reciclagem de nutrientes ou predar outros organismos para controle populacional. E, no caso estudado, cada espécie de São Pedro e São Paulo exerce um “trabalho mais específico”, diz. (Fonte: Jornal da USP - 07/05/2026)rquipélago de São PedUma expedição para investigar o tema mapeou quase 7 mil peixes em até 120 metros de profundidade em Fernando de Noronha e no arquipélago de São Pedro e São Pauloro e São Pauloo de São Pedro e São Paulo
Reitoria, PRG, PRIP e PRCEU, informam:
A Universidade de São Paulo (USP) reafirma que não pretende retirar nem restringir a atuação das entidades estudantis, tampouco negar o uso dos espaços historicamente ocupados por elas. Ao contrário, reconhece sua importância e assegura a continuidade de suas atividades. O que está em curso é um processo de formalização da cessão de uso desses espaços, com o objetivo de garantir maior segurança jurídica, transparência e conformidade com a legislação aplicável ao patrimônio público. Para conduzir esse processo, será constituído um Grupo de Trabalho plural, com participação de diferentes setores da Universidade. O grupo terá como atribuições, concomitantemente, (a) propor formas de implementação dessa regularização do uso de espaços, respeitando as especificidades de cada Unidade, e (b) desenvolver mecanismos que promovam a manutenção da sustentabilidade das atividades acadêmicas e culturais das entidades estudantis.
Resiliência e vulnerabilidade em corais: o que o passado revela sobre o futuro
Os corais duros, pertencentes à ordem Scleractinia e também chamados de corais escleractíneos, caracterizam-se por apresentarem um esqueleto de carbonato de cálcio. Eles fazem parte do filo Cnidaria – o mesmo grupo das águas-vivas e anêmonas –, definido pela presença de cnidas, estruturas urticantes capazes de injetar toxinas nas presas e em potenciais predadores. Dentro desse filo, integra a classe Anthozoa, cujos representantes vivem exclusivamente como pólipos, sem fase de medusa.
Expedição científica revela novas espécies e mais de 200 amostras da biodiversidade na cadeia submarina Vitória-Trindade
Pesquisadores registram recifes profundos inéditos, coletam centenas de amostras e identificam possíveis novas espécies em áreas protegidas a 1.200 km da costa brasileira. (Fonte: GOV.BR - 09/04/26)






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